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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Placebo em Budapeste



Em 2005 eu matei uma prova na faculdade, peguei o busão da madrugada e rumei para São Paulo.
Cheguei por volta das 8h, passei para deixar minha mochila na casa da Camila e logo após o almoço eu fui para o Credicard Hall. Achei que seria cedo demais, cheguei no lugar era 16h e o show só começaria às 21h, mas mesmo assim a fila já dava voltas. Conheci duas meninas que estavam na minha frente, a Nath e a Thais. Foi uma amizade espontânea - o fato de você gostar da mesma banda porra loca faz com que as personalidades sejam mais parecidas. Eu acho.

Só sei que naquele dia eu ia ver Placebo, live, loud and clear. Peguei grade, fui amassado, chorei (calma) sem querer pois o VAPOR de suor entrou no meu olho. Era uma muvuca SEM PRECEDENTES.

Os pais da Nath me deram carona até algum lugar perto do cemitério da Lapa e de lá eu peguei um taxi. Nunca mais as vi, mas volta e meia trocamos recados no orkut/twitter.

Quatro anos se passaram, pensei que esta febre ia passar também mas NÃO. Placebo está de album novo e vai tocar bem aqui em Budapeste.Vai ser no festival Sziget, e eu vou de novo...

sábado, 25 de julho de 2009

Pisa, Itália

Voltei!
Foram 7 dias, 4 vôos, 6 cidades, 700 fotos.
Esta história de tirar férias é balela: tenho que aprender a ir para UM LUGAR e ficar lá 7 dias, para aí sim descansar. Voltei mais (ou tão) cansado quanto antes, mas as paisagens, ahhh as paisagens..
Começou na quinta-feira passada e alí naquele dia eu teria uma primeira experiência com a Ryanair, uma companhia aérea de (super) baixo custo: paga-se para tudo. Check-in no aeroporto? Paga-se (existe opção de check-in online). Despachar mala? Paga-se. Marcar assento na aeronave? Paga-se. Passou dos 10kg na bagagem de mão? Paga-se.
E é torcendo até a última gota a sua mão-de-obra que a Ryanair mal sequer pára no aeroporto: os passageiros descem e uma nova leva entra. Não se limpa a aeronave antes de embarcar. Os comissários de bordo estão sabe-se lá há quantas horas voando. Enfim, é a tendência de todo e qualquer custo se reduzir a zero. Taking the most out of it.
Para se ter uma idéia, o fato de não ter marcação de assento faz com que a galera se TUMULTUE nos portões de embarque na espera de pegar seu assento de preferência. Velhinhos, mulheres com criança de colo ou grávidas embarcam primeiro? Nada disso. Existe o produto "Embarque prioritário", custa alguns euros e você também tem que pagar por isso.
Se você andou lendo por aí sobre uma tal empresa aérea que queria cobrar para se usar o banheiro, esta é a Ryanair. A última deles está sendo tentar colocar opções de passageiro viajar em pé... eu acho que para tudo tem limite.
De qualquer forma, a experiência inicial foi um pouco chocante.

Chegamos em Pisa era 13h e nosso voo só sairia as 16:45. Excluindo passagem pela segurança do aeroporto e tudo mais, tínhamos aproximadamente 2h para "ver" Pisa. Contando que o aeroporto fica a 10min da praça onde fica a torre, tínhamos aprox. 1:30h. E fomos.
Difícil falar alguma impressão da cidade (ou país) em 1:30h, mas algum italianos falando no seu alto e bom tom estavam lá para não deixar que eu me sentisse em casa.
A praça principal é linda, o gramado é intensamente verde e a torre é INACREDITAVELMENTE pendente. E você pode subir lá. Era incontável o número de turistas.
Andamos alí por perto da praça, numa das ruazinhas tipicamente estreitas de cidades antigas e comemos um panini (que só os italianos sabem fazer) e voltamos para o aeroporto.
Sendo superficial e frio, na mesma linha dos artigos de turismo que li, Pisa "é isso aí".





Ainda por vir: Barcelona, Bruxelas e Amsterdã. Aguarde.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Centro da Eslováquia

Final de semana passada fomos convidados para uma festinha para celebrar a fo rmatura da Zuzana (ou Zuzka, para os "íntimos") numa cidade no centro da Eslováquia, chamada Banská Bystrica.
Zuzka é uma eslovaca querida que morou no Brasil por 1 ano, em 2006, e fala um português de invejar brasileiro. Ela é super simpática e cheia de energia!
Esta região do centro da eslováquia é rica em minerais, cheia de minas e cavernas, então procuramos colocar no nosso programa, além de ir para Banska Bystrica, visitar alguns lugares mais turísticos. Começamos pelo sábado de manhã, fomos para Čierny Balog para fazer um tour de trem pelas montanhas. Não custa caro - €5.5 para estudante, ida e volta - e você pode ver como a Eslováquia é encantadora pela preservação da natureza, especialmente nesta região. Muito verde, riachos, uma coisa bem agrária e típica do interior do Brasil. Foi relaxante. Aliás, e idéia deste viagem era ser relaxante, chega de stress! :) Saímos de Čierny Balog e fomos para uma caverna alí perto, chamada Bystrianska jaskyňa (ou caverna Bystrianska).
Lembre-se de uma coisa: quando falarem em "cavernas" por aqui você tem que pensar em FRIO.
Óbvio que eu nem sabia disso e nem fui avisado - Paga-se em torno de €4 para estudantes e mais €7 para tirar fotos/gravar vídeos, "hahaha", pensei. Nem ferrando. O tour dura em torno de 40min (sim, 40min passando frio) e você vê muita estalactite e estalagmite. Se você já visitou cavernas no Brasil, não vai ficar muito impressionado, mas não deixa de ser bonito. Não tirei fotos, não paguei a taxa. Mas você pode conferir fotos aqui.
De lá rumamos para Banská Bystrica, na casa da Zuzka, festejamos num pub interessante - com uma decoração de submarino e areia por todo lado (pois era uma festa de praia).
No domingo saimos por volta das 13h e fomos para uma cidadezinha chamada Banská Štiavnica.
Perceberam o tanto de "Banská"? Banská significa "Mina"/"mineração" - como disse antes, aquela é uma região de minas.
A cidadezinha é como a de Ouro Preto/MG do Brasil: é pequena, antiga, ruazinhas estreitas e um patrimônio mundial da UNESCO. Charmosa...
Andamos por lá por 1h e a chuva mandou a gente embora lá pras 16h. Saímos e fomos direto para Sklené Teplice."Sklené Teplice kupele" significa "Spa Sklené Teplice". "Sklené Teplice" é o nome da cidade (vila?) e é BEM famosa pelo spa (centro de relaxamento) que possui um banho termal de 42º DENTRO de uma caverna.



Geralmente as pessoas pagam para se hospedar nestes spas, para passar um final de semana (ou mais) e não fazer nada: nada, tomar banho quentes, receber massagem, comer, nada mais, dentre os outros tipos de técnicas de relaxamento. Não foi o nosso caso: fomos só para banhar na caverna.
Você paga €6.5 e tem direito a 20min de banho na caverna + 30min de massagem numa daquelas cadeiras automáticas - e que massagem! :)
Fiquei 10min dentro da água e não aguentei. Normal, quando você adentra águas muito quentes por muito tempo você "relaxa" o suficiente para ficar "zonzo", sonolento, etc..
Fotinha de como é o lugar:
Banho termal na caverna - Spa Sklené Teplice

Depois me joguei numa das cadeiras e fiquei lá..
Voltamos para Bratislava era umas 21h e sobrou tempo para dormir.
Final de semana relaxante :)

domingo, 28 de junho de 2009

Spas/Balneários da Hungria

Os balneários Húngaros são fantásticos.
Estava um tempinho mais ou menos ontem, nem calor nem frio, mas nublado. Como sexta-feira à noite tinha sido wild (fomos numa balada à noite e neguinho exagerou no rum), fomos para um spa.
Spa ou balneário, é uma parte da cúltura húngara de ter centros de relaxamento, com piscinas termais de fonte natural e algumas piscinas artificiais (iguais a que temos no Brasil).
Fomos aqui perto de Bratislava mesmo, 45min de carro, numa cidadezinha húngara chamada Mosonmagyaróvár, pertinha da fronteira com a Áutria e Eslováquia. É uma cidade BEM pequena (aprox. 30000 habitantes) mas turística: é recheada por hotéis/spas que servem seus hóspedes com variados serviços de relaxamento, como as piscinas termais e centros de massagem.
Paga-se € 8 pelo ticket diário para as piscinas + 2 € (reembolsáveis) pelo armarinho. Para massagem e afins, paga-se mais.
O lugar é fantástico: ficar de molho nas águas ditas medicinais (com sulfatos e nitratos), de aprox. 38°C, até "desmaiar" de tanto sono, depois curtir nadar nas piscinas semi-olímpicas cheeeeeias de cloro (e relembrar um pouco o Brasil, hehe).
Agora é esperar esfriar um pouco (Outono/Inveno) e ir para Budapeste, nos famosos balneários (públicos) com arquitetura turco-greco-romana...



Balneário Gellért, em Budapeste

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Budapeste II

A gente acordou cedo (7h) no sábado.
Já sabíamos que ia chover, pela previsão do tempo, então não estávamos tão animados.

Pegamos chuva durante todos os 200km. Chuva fina, chata.

Quando chegamos em Budapest a chuva deu uma trégua e depois ao longo do dia todo, não pingou uma gota sequer. Great :)

Como só tínhamos "um dia", optamos por andar no centro um pouco, fazer a rota ponte-igreja Santa Elizabete e parlamento (já é um chão bom). Perdemos de ir à sinagoga.

A regra da viagem era: sem pressa. Nada de correr! Queríamos a paz de se perder em Budapeste, ser turistas perdidos. E fomos.

Compramos uma panqueca de batata, um espetinho mixuruca e uma porção de batata: 15 euros. QUINZE euros! Foi um roubo! haha Quer ser turista? Então aguenta..

Como os eslovacos já foram perpetuados pelos húngaros, no passado, e até hoje eles têm uma rixa daquelas, a nossa frase do dia era: "Não confiem nos húngaros!". Era puro racisto e preconceito, claro, mas era uma piada interna haha.

Aí depois de alguns minutos fomos comprar ticket do metrô (que, por sinal, é o primeiro metrô da Europa): a vendedora não falava inglês (se ela sabia eu não sei - os húngaros têm um nacionalismo, assim, parecido com o dos franceses) e mesmo tendo apontado pra ela de onde para onde queríamos ir, ela nos vende um ticket de um dia. UM DIA! Pára tudo! haha
Aí pronto, imortalizamos a frase: "Não confie neles!" haha (parar com essa palhaçada, né? :))

Então tá, sem mais, fique com as fotos..

Foram duas câmeras: a minha e a do Alex, então vai parecer meio repetido.





Ahoj!

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Budapeste

Esta vai ser minha última viagem turística :(

A Ala vem pra Bratislava hoje à noite e temos programinha especial: bater papo no centro-empacotado-de-turista e amanhã cedo ir para Budapeste, passa o dia por lá.

Budapeste é a capital da Hungria, cidade com seus mais de 1 milhão e meio de pessoas e prédios estonteantes (dizem).

Fica aí uma palhinha: Prédio do Parlamento Húngaro e a Ponte Széchenyi.





Mando fotos em breve :)

Ahoj!

terça-feira, 8 de julho de 2008

Paris

Post atrasado, descrevendo a viagem para Paris ocorrida entre 21 e 23 de Junho de 2008.

Para Paris vale o mesmo que valeu para o post de Londres, mesmo por que foi a mesma viagem.

Resumo da ópera: eu, osdoisnaeuropa e o irmão da Paula (que estava dando uma passada pela França, à trabalho) reviramos o que tinha de revirar em Paris, em 3 noites e dois dias, hospedados num hotel da rede ETAP ("Paris La Villette", recomendo: básico, 50 euros a diária, 1 cama de casal e 1 de solteiro - porém só podem duas pessoas por quarto - e possui uma estação de metrô há não mais de 200m).

Paris tem mais fotos que Londres, por que, você vai me respeitar, aquela cidade foi projetada para ser turística.
Tudo é grande, (quase) tudo é limpo. Generalização à parte, são vários os "tudo".

Chegamos em Paris num sábado à tarde e coincidentemente a cidade estava no período do Festival da Música (cantores, bandas, músicos em geral ocupavam cada canto da cidade. Até dentro do metrô tinha músico!).

Não sei se foi por isso ou por quê, mas Paris deu a impressão de ser mais caliente que Londres, e eu acho que não foi só impressão, por que:

1 - Em Londres existem adesivos pregados nos trens (de transporte público) pedindo para que "se converse (bem) baixo no celular para não atrapalhar o sossego dos passageiros";
2 - Francês é de origem latina;
3 - Paris é um pouquinho mais suja que Londres;

Chegamos e fomos direto ao Arco do Triunfo; em seguida, passando pela Avenida Champs-Élysées (a cute-cute avenida das lojas chiques com produtos mais chiques ainda), Grande e Pequeno Palácios e a Praça de "la Concorde", fomos parar na Catedral de Notre-Dame.
O final da tarde de sábado foi Mc Donald's no Jardim de Luxembourg e o anoitecer foi na Torre Eiffel.

O domingo foi passado basicamente dentro do Museu do Louvre. Sim, um dia inteiro dentro de um Museu e digo mais, um dia INTEIRO só passando "pra ver" o que se tinha!
Vi o sorriso-besta da Monalisa, muitos quadros, esculturas e várias coisas bizarras de arte moderna. O Pierrot estava lá também.
Neste dia, à noite, o pessoal já estava cansado mas eu ainda fui, sozinho, para a Basílica de Sacré-Cœur (mesmo sabendo que íamos fazer isto no dia seguinte) e depois dei uma descansada no Champs der Mars (o lugar onde está a Torre Eiffel).

Na segunda-feira empacotamos nossas coisas, deixamos no hotel, fizemos check-out e rumamos para a escalada à Torre Eiffel.

Paguei algo em torno de 7 euros para subir de escadas (sobe-se de escadas até o segundo "piso" e depois, para atingir o pico, somente por elevadores).
A visão de Paris pelo pico da Torre é INCRÍVEL.

De lá fomos para a Basílica de Sacré-Cœur, que tem uma arquitetura Romano-Bizantina MUITO diferente das toneladas de igrejas góticas da Europa.

Já tinha dado a hora de irmos embora, então fomos para a estação de trem e mesmo estando lá quase 2h de antecedência, fizemos o check-in no guichê da Eurostar faltando apenas 10 minutos para embarque, e, como eu estava igual um desenbestado, sai correndo para não perder o trem e acabei deixando osdoisnaeuropa para trás. Eles perderam o trem e acabaram chegando 1h depois.

No mais, aproveitem as fotos :)

Ahoj.



quinta-feira, 3 de julho de 2008

Praga reloaded

Bom, naquela viagem para Viena, a Alla, uma eslovaca muito gente boa amiga do Alex, nos convidou para visitá-la em Praga "qualquer dia desses".
"Qualquer dia desses", para mim, é quando eu não tenho nada programado para fazer e "tenho" dinheiro, então "qualquer dia desses" vai ser este final de semana!
Diferentemente da última vez que fui para Praga, desta vez serei mais local (e menos turista), uma vez que a Alla mora em Praga há bastante tempo ;)

Fui para Praga!

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Londres

Saí do trabalho na terça-feira, dia 17/06, e fui direto para o aeroporto.
O aeroporto de Bratislava é bem pequeno (foi a primeira vez que pisei lá, visto que todas as viagens de avião que fiz por aqui foram pelo aeroporto de Viena), se brincar tem o tramanho do aeroporto de Cuiabá.
Não tive nenhum problema de check-in, foi tudo bem rápido e quando vi já estava na sala de embarque.
Carimbo de saída no passaporte e lá vamos nós.

Duas horas depois eu pousava em Luton, cidade a 50km de Londres, ao norte desta.
O ônibus me deixaria na Victoria Train Station e lá mesmo eu encontraria a Paula.

Meu ônibus chegou pela parte histórica de Londres, passando por tudo que eu tinha na cabeça: ônibus vermelhinho, cabines telefônicas (também vermelhinhas), uma arquitetura "escura" e aquele clima "1800".

Londres é velha, mas é limpinha.

Londres é diversa, é tão diversa que costuma-se brincar que lá não existem ingleses. Sem sombra de dúvidas o que mais "se destaca na multidão" são os indianos, apesar de brasileiros também serem uma "praga" por lá.

O passei incluiu os pontos clássicos: Piccadilly Circus, Trafalgar Square, Regent Street, London Eye, Casas do Parlamento, Palácio de Backingham, parques (Greenwich, St James e Hyde) e Museus (de História Natural e de Ciência).

Eu queria mesmo é ter tempo para escrever o que foi esta viagem, as peculiaridades e as bizarrices (inlcuindo aqui ter que ir numa escola de informtática com a Paula e chegando lá estar a polícia londrina fazendo batida haha), mas como eu já não tenho muito tempo para isso, fique com as fotos:



sábado, 14 de junho de 2008

Slovenský Raj

Slovenský Raj significa "Slovak Paradise" ou "Paraíso da Eslováquia" e é nada mais nada menos do que uma cadeia de montanhas localizada na região central do país.

O Alex, eslovaco que mora comigo, tem uns amigos (eslovacos) que moram na Austrália e nesta semana que passou eles vieram visitar a terra-natal e tinham uma viagem agendada (há alguns meses) para o Slovenský Raj. Aí eu fui convidado para ir junto, na semana passada, bem assim de última hora.
Na semana passada meu chefe falou para eu tirar férias - por que eu vou embora em Agosto. Bom, juntei a fome com a vontade de comer e tirei a segunda, terça e quarta-feira de folga e fui.

Alugamos uma casa de campo para duas noites, em 6 pessoas.
O programa era andar: andar, andar e andar. Ou fazer hiking, ou, em português, trilhar.
O lugar fica a 5h (de carro) de Bratislava. Chegamos na segunda-feira às 13h, almoçamos e saímos para andar.
Pausa: já faz um tempo que era para eu ter escrito isso, mas agora que aconteceu eu lembrei de novo. Existe um "que" popular na Eslováquia de que depois de comer (almoçar, por exemplo), se você andar, faz bem, ajuda na digestão. E aí que isso é totalmente oposto ao que se fala no Brasil, onde após almoçar você DORME, na maioria das vezes. Sem contar sua mãe, quando você era pequeno, que mandava você sair do sol, parar de correr, sentar e sossegar o faxo após o almoço...

Bem, foi então que depois de ter me empanturrado de batata frita com frango empanado, não mais que 15min depois, o grupo levanta e fala: "Então, vamos?". Meus olhos saltaram!
Eu falei "não", "não posso", "não dá", "vou morrer" hahaha mas não foi suficiente. E eles comeram tanto quanto eu. Não acreditara no que ia acontecer... mas enfim.
Começamos a andar e obviamente eu passei mal, 30min depois. E as pragas ainda andavam, felizes! Pedi para esperar, sentamos, passamos meia-hora quietos e voltei ao normal.
E o que isso me faz concluir? Que isso só pode ser adaptação - e que na verdade tanto faz. O ponto é que eu não estou adaptado a isso - eu quero minha ciesta!!!

Enfim, no primeiro dia andamos 15 km, em 6h. JE-SUS, nunca andei tanto de uma vez só!

À noite acendemos uma fogueira, tostamos umas salsichas e nos esbaldamos em pão com mostarda (de verdade!). Eu entrei na Coca-Cola enquando os pinguços foram de Becherovka (um alcool forte - próximo de vodka - feito de ervas). Outro beberam vodka mesmo.

Acordei no outro dia reclamando de "dor" por exaustão (também, sedentário igual a mim está para nascer!). O Peter, Alex e Martin estavam bem acabados também, então optamos por uma trilha mais "leve", de 10km.

Foi um caminhar mais agradável, desta vez menos íngrime e com váááarias cachoeiras, escadas e degraus para se arriscar. Isso tornou a caminhada mais dinâmica e nem vimos o tempo passar.

Bom, para se ter uma idéia do paraíso, eu deixo as fotos abaixo ;)